sábado, 14 de julho de 2012

Brioche Entrançado com Creme de Pasteleiro e Glacê de Anis

Mas que grande trapalhada!
Assim começou esta receita...
Preparei o fermento, é sempre a 1.ª coisa que faço, desfiz-lo numa tigela, com leite morno e uma colher de sobremesa de açúcar. Depois fui buscar a farinha. 
Ups! O  pacote quase no fundo...oh! E agora?


Agora vasculha-se melhor a despensa...
Olha o que está ali ao fundo, já esquecido, um pequeno pacote de farinha para brioche (comprado por engano, pois destina-se às afamadas máquinas de pão). Não era isto que eu queria, mas a vontade de meter a mão massa venceu!
Preparei a massa, juntei-lhe um pouco da farinha forte... então e o fermento?
Decidi que era melhor não adicionar mais pois, aquela farinha especial já tem fermento. Coloquei o meu de lado penalizada por se ir estragar.
Feita a massa,  foi levedar... 1 hora, 2 horas... nada! Não cresceu nada, 3 horas... ainda quase nada!
Que chatice! Atiro-a pela janela? 
Não, ainda não! Não desisto facilmente! 


Misturei-lhe o fermento de padeiro e amassei um pouco mais, que lamada! Besuntei as mãos com óleo... porque estava bastante peganhento! Misturei o fermento como pude, e lá consegui descolar aquele mostro pegajoso da bancada e coloca-lo na tigela.
Isto vai acabar mal,  de certeza, que trapalhada! 
A noite já corria veloz, o cansaço e desalento instalaram-se. Envolvi a massa numa manta, guardei-a no forno e fui dormir.
Acordei pensando que destino dar aquele mostrengo... faço uns biscoitos e pronto!
Surpresa! 
Crescera imenso durante e noite, enchera a tigela até cima! 
Ena! Não contava com isto! 
O desalento da véspera transformou-se na euforia de hoje... sempre vamos ter brioche!


Não sei se voltarei a fazer outro brioche assim, ihihih! Uma coisa vos posso assegurar, foi certamente o melhor que já comi!

Ingredientes:
Massa do brioche
500 g de farinha para brioche (usei Banca de Neve);
1 + 1/2 chávena de farinha T65 Espiga (375ml);
1/4 de chávena de açúcar (60 ml);
15 g de fermento de padeiro;
60 ml de água morna;
2 ovos;
80 g de manteiga;
1 chávena de leite (250 ml);

Creme de Pasteleiro
375 ml de leite;
4 gemas;
150 g de açúcar;
55 g de farinha;
1/2 colher de café de aroma de baunilha.

Glacê de Anis
1 clara de ovo;
80 g de açúcar em pó;
1 estrela de anis;
40 ml de licor de anis.

*Nota de não gostar de anis pode usar sumo de limão.


Execução:
Desfazer o fermento em água morna e 1 colher de sobremesa de açúcar.
Peneirar as farinhas, abrir uma cova e ai deitar o leite morno, os ovos levemente batidos, a manteiga amolecida, o açúcar e por último o fermento de padeiro.
Amassar bem, como se faz para massa de pão.
Deixar levedar durante 1 noite (convém prepar a massa antes de ir dormir).
Na manhã seguinte...
Cortar um retângulo de papel vegetal do tamanho do tabuleiro do forno e enfarinhar um pouco.
Com o rolo da massa, também enfarinhado, estende-la suavemente, sem pressionar demasiado.


Deixar repousar e entretanto preparar o creme de pasteleiro.
Ferver o leite. Bater as gemas com o açúcar, incorporar a farinha.
Juntar o leite a ferver, aos poucos, sem parar de mexer. Misturar a baunilha. 
Levar ao lume, mexendo sempre até levantar fervura e engrossar.
Despejar na zona central do retângulo de massa.
Agora fazer cortes na diagonal de ambos os lados. Dobrar sobre o creme o bordo do extremo onde se começaram a cortar as tiras de massa e cruzar as primeiras tiras de cada lado abraçando o creme.


Alternadamente cruzar todas as tiras, exceto as duas últimas. Dobrar a ponta final sobre o creme, só então cruzar as últimas tiras.


Deslizar cuidadosamente o papel vegetal com a trança para um tabuleiro.
Deixar repousar uns 30 minutos. A massa cresceu a olhos vistos. Entretanto pré-aquecer o forno a 180º.


Levar ao forno cerca de 30 minutos.
Agora é tempo de preparar o glacê. Bater a clara de ovo quase em castelo, aos poucos adicionar o açúcar e o licor de anis, batendo sempre. Colocar a flor de anis e deixar assim a "marinar".

 






Logo que sair do forno, pincelar o brioche com o glacê. Repetir várias vezes até ficar branquinho. O calor do brioche seca o glacê e assim ao sobrepor as camadas, a "crosta" vai engrossando.

Meti o dedo naquele açúcar várias vezes, tão bom!


Fique radiante com o resultado! Uma massa muito leve e fofa.


Começou tão mal e acabou tão bem!


terça-feira, 10 de julho de 2012

Bolo de Broa de Milho com Sardinhas

Admiro-a profundamente, a sua enorme humanidade, vontade de ajudar o próximo, a dedicação total e amor pelos mais desfavorecidos, "os desesperados, os mais pobres entre os pobres". Refiro-me a Agnes Gonxha Bojaxhiu, conhecida pelo mundo inteiro como Madre Teresa de Calcutá.
Ela foi o exemplo de como cada um de nós pode de facto mudar o mundo, fazer a diferença. “Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A paz começa com um sorriso”, assim o dizia com a simplicidade que lhe é conhecida.
Madre Teresa foi provavelmente a mulher mais homenageada do século XX. Em 17 de outubro de 1979, recebeu em Oslo o Prêmio Nobel da Paz. 
Decidi convida-la para jantar e participar desta forma na edição de junho/julho do projeto da Ana, "Convidei para Jantar", a decorrer no blogue, No Reino da Prussia, da Sofia, com o tema "Mentes Brilhantes". Mais que uma mente brilhante a minha convidada tem um "Coração Brilhante".

Aguardei-a com ansiedade, sem saber se viria. Foi então que senti uma onda de calor, como se sol tivesse inundado a minha cozinha, condenada à sombra! Virei-me e ali estava ela, tal como sempre a vi, envergando um sari branco de azul listrado, o  rosto marcado pelo tempo e pela bondade, sorriso meigo, aberto e o olhar tão doce.
Senta-mo-nos à mesa, servi-lhe uma jantar muito simples, mas muito nutritivo, saboroso e tipicamente Minhoto.
Ela contou-me, em jeito de graça, que a certa altura tentou impor-se uma dieta de arroz e sal, mas cedo percebeu que para desempenhar o seu trabalho precisava de se sentir forte, por esse motivo, "decidiu que ela e suas companheiras iriam alimentar-se com simplicidade, mas de maneira suficiente para manter a saúde e trabalhar a serviço dos pobres."
Conversamos longamente, deixei que ela falasse, pedi-lhe que me contasse o que mais a gratificou no seu trabalho. 
Foram tantas coisas, minha querida, a Casa dos Moribundos foi a 1.ª grande obra social. Na época "Calcutá era uma cidade com centenas de milhares de indigentes. Todos os dias dezenas desmaiavam de fraqueza. Muitos deles não se levantavam mais e morriam na rua. Pensei então fundar uma casa onde esses moribundos pudessem terminar seus dias assistidos, vendo ao seu lado um rosto humano, uma pessoa que sorrisse com ternura para os fazer entender que não deveriam ter medo, pois estavam indo para a casa do seu Pai. São filhos de Deus, devem morrer com um sorriso nos lábios. Eu queria que deixassem este mundo com a certeza de que alguém os amava."
Mais tarde erguemos A Casa das Crianças, sabes Lenita, "eu sou mãe de milhares de crianças abandonadas.  Recolhi-as nas calçadas, no lixo, nas ruas... Foram-me trazidas pela polícia, pelos hospitais onde eram recusadas pelas mães. Eu  salvei-as, criei-as e fiz-las estudar... Para muitos encontrei depois uma família adotiva e estão bem. Encontram-se espalhados pelo mundo...mas lembram-se sempre de mim."
Este foi o começa, depois surgiram centenas de casas espalhadas pelo mundo, 440 espalhadas por 90 países do mundo."
Eu permaneci na Índia, é lá o meu lar, sempre será.
(Biografia - "Teresa dos pobres", de Renzo Allegri. Paulinas, São Paulo, 1998)


Ingredientes:
Massa da Broa
500 g de farinha de milho (usei farinha de padaria);
450 ml de água a ferver;
100 g de farinha de centeio;
100 ml de água;
18 g de fermento de padeiro;
6 g de sal fino.
* esta quantidade de massa dá para dois bolos com sete sardinhas cada.

Molho
1 cebola;
2 dentes de alho;
2 tomates maduros;
1/2 pimento vermelho;
4 colheres de sopa de concentrado de tomate;
1 malagueta;
1 folha de louro;
azeite;
sal q.b.

14 sardinhas frescas escaladas e previamente temperadas com sal (pelo menos 2 horas antes).


Execução:
Numa tigela grande coloque a farinha de milho e o sal. Escalde-a com a água a ferver, mexa com uma colher até que não reste farinha em pó. Deixe repousar durante 30 minutos, para que o  o granulo de amido do milho rebente, uma vez que é muito mais resistente do que o de trigo.

Findo esse tempo adicione a farinha de centeio, o fermento desfeito num pouco de água morna e a restante água. Amasse bem, pode ser necessário juntar um pouco mais de farinha de centeio. A massa fica "mole" e peganhenta.
Forme uma bola e faça um cruz na superfície.
Deixar a massa levedar durante uma hora.
A massa vai crescer e rachar.
Enquanto está a levedar prepare o molho.
Refogue ligeiramente a cebola cortada em fatias finas com o azeite, a folha de louro e os alhos picados. Junte o tomate, o pimento e a malagueta, partidos em pedaços pequenos. Adicione o concentrado de tomate e sal, a gosto, deixar cozinhar em lume brando.
A massa já levedou 1 hora, cresceu e está rachada. Divide-se ao meio e com as mãos enfarinhadas estende-se sobre um tabuleiro também ele enfarinhado.







Dê-lhe uma forma circular (como uma pizza). Repita o processo para a segunda, pois como já referi a quantidade de massa chega para dois bolos.


Agora disponha as sardinhas sobre a massa de broa.
Cubra com o molho.


Leve ao forno, pré aquecido a 200º, durante 30 minutos e depois reduza a temperatura para 180º, coze mais durante mais 10 minutos. Vá verificando, pois os tempos de cozedura variam confome o forno.


Há coisas que não se podem perder, fazem parte da nossa herança cultural e neste caso gastronómica. O Bolo de Broa é uma maravilha da cozinha do Minho. Dele existem várias versões, hoje trago-vos o de sardinha.


Sobre a massa, feita com farinha de milho e centeio, deitam-se as sardinhas que se tapam com um lençol perfumado pelos tomates, pimentos e azeite.
A verdadeira sardinha a pingar na broa! Uma delicia que não faz mal a nada e faz bem a tudo!


Eu achava que isto devia ser muito difícil de fazer, mas não é! Acho mais difícil grelhar as sardinhas na brasa, ihihih!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Bolo de Salva e Alecrim com Alheira

Todos pensam que sou uma gulosa!
Não admira porque os doces abundam por aqui!
Na verdade adoro fazer doces, bolos, sobremesas, mas não me considero gulosa, acho que gosto muito mais de os fazer, que de os comer.


Hoje trago-vos um bolo salgadinho e muito apetitoso. 
A massa já cá estava publicada na receita do Bolo de Azeite e Alecrim. Esta é uma nova versão, uma massa assim tão boa abre muitas possibilidades.


Ingredientes:
4 ovos;
1 + 1/2 chávena de farinha para bolos (usei Branca de Neve);
1/2 chávena de azeite;
1 colher de sobremesa de fermento; 
folhas de alecrim q.b.;
10 folhas de salva;
1 colher de chá, rasa, de sal;
1 alheira;
10 tomates cherry para decorar.


Execução: 
Bater bem os ovos inteiros, juntar o azeite, o alecrim e a salva picadinhos,  bater um pouco mais. Incorporar a farinha, o fermento e o sal.
Untar uma forma com manteiga e polvilhar com farinha, deitar nela a massa e enterrar uma alheira à qual se cortaram as extremidades.
Levar a cozer no forno pré-aquecido a 180 º, cerca de 40 minutos.


Uma entrada perfeita, ou um lanche para acompanhar com uma cerveja bem frequinha.


Quem não apreciar alheira pode usar outro enchido, linguiça por exemplo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Gelado de Cerejas com Iogurte

Elas eram negras, negras como a noite!
Negras como as amoras maduras pelo sol do verão.
Quem as via passar, vestidas assim de negro,
Não podia imaginar a imensa alegria que albergavam no coração!


Finalmente encontrei as cerejas que tanto desejava! Estavam bem maduras, pena que só comprei uma caixa de 2 kg, tive receio que se estragassem! Claro que quando fui buscar mais no dia seguinte... já não havia!
Reservei metade para um docinho. Queria mais  cerejas destas, para fazer compota, clafoutis... eram do Fundão, uma delicia!


Ingredientes:
1 kg de cerejas descaroçadas (reservar algumas para a decoração);
300 g de gelado de baunilha (usei de compra);
200 g de iogurte grego sem açúcar;
80 g de açúcar.


Execução:
Misturar com o gelado, o iogurte e o açúcar.
Triturar 500 g de cerejas até obter um polme, juntar metade ao creme do gelado e envolver bem.
Deitar numa forma e "rechear" com cerca de 500 g de cerejas descaroçadas.
Levar ao frio até prender.
Na hora de servir cobrir com as restantes cerejas trituradas. Se não forem bem doces adicionar algum açúcar à polpa.


Estão-me sempre a pedir receitas fáceis, rápidas, que não dêem muito trabalho... bem está dá o trabalho de descaroçar as cerejas... e pouco mais!


O melhor mesmo... eram as cerejas!


Mesmo congeladas continuaram a ser boas!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Bolo de Café com Creme Moka e Topping de Chocolate, Amendoim e Café

Há coisas de que gosto muito!
Há coisas de que não gosto nada.
Há outras de que aprendi a gostar!
Algumas esforcei-me para gostar,
E acabei gostando muito delas.
Outras, nem com muito esforço gostei. 
Não adianta teimar, cada um é como é!
Eu queria tanto gostar de café!


Andei a idealizar este bolo durante algum tempo, queria que fosse "especialmente bom" pois seria o bolo para aniversário do meu marido. Ele é um amante de café, já eu...
A primeira vez que tomei café, foi uma experiência que não desejei repetir, mas como me sentia mal por não acompanhar amigos e colegas neste ritual social, fui insistindo... e insistindo... e, por mais que insistisse, o enchesse de açúcar, sempre me soube a algo imensamente amargo! 
Pior do que o seu travo amargo é que não me deixava dormir, ainda que fosse tomado pela manhã! 
Certo dia, ainda no tempo em que eu "queria tanto gostar de café", resolvi empenhar-me a fundo e dupliquei o sacrifício... tomei dois, um pela manhã e outro após o almoço. Pensei que morria, pois o meu coração parecia querer sair do peito de tão acelerado que ficou! 
Gosto do seu aroma forte e pungente; misturado com outros ingredientes como leite, nata, manteiga, e muito açúcar, claro, a conversa muda de figura...  adoro gelado de café, bolo de café... mas o creme moka é mesmo o meu favorito.


Inspirei-me em três receitas diferentes: bolo de café da Leonor Bastos; creme moka da Felícia Sampaio (obrigada Marbene por ma teres enviado); e o topping de um gelado do Jamie Oliver; juntei-as com um pouco de mim.

Ingredientes:
Bolo de café
120 ml de café de máquina ou de cafeteira;
2 colheres de chá de café instantâneo;
180 g de farinha  de trigo integral (usei farinha para bolos Branca de Neve);
6 g de fermento em pó (1 colher de chá bem cheia);
1/2 colher de chá de sal fino;
113 g de manteiga sem sal amolecida;
2 ovos;
180 g de açúcar;
1/2 colher de chá de essência de baunilha;


Creme Moka
250 g de manteiga sem sal;
2 ovos;
1  café expresso curto;
2 colheres de sopa de café solúvel ou café forte (usei café forte e juntei-lhe 2 colheres de chá de café solúvel);
160 g de açúcar (usei 200 g, gosto docinho, eheheh!).

Para rechear o bolo é necessário ainda

1/2 pacote de bolacha Maria;
200 ml de café para embeber as bolachas.


Topping
125 g de amendoim torrado;
125 g de chocolate;
50 g de grãos de café  (reservar alguns grãos para a decoração).

Triturar os ingredientes separadamente de forma a obter um granulado grosseiro.


Execução:
Bolo de Café
Misturar o café em pó com o café e deixar arrefecer completamente.
Peneirar a farinha, juntar o fermento e o sal e reservar.
Bater a manteiga com o açúcar até obter um creme macio e fofo. 
Juntar a baunilha e as gemas uma de cada vez, batendo entre cada adição.
Com a batedeira na velocidade mais baixa adicionar alternadamente farinha e café em 3 vezes (começar e terminar com a farinha).
Envolver delicadamente na massa as claras batidas em castelo, usando uma espátula.
Deitar numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 30 minutos. Testar com o palito. Deixar arrefecer um pouco antes de desenformar, pois este bolo é muito fofo e em quente pode-se partir.


Creme moka
Bater a manteiga até ficar cremosa.
Continuar a bater adicionando, pouco a pouco, o açúcar e depois os ovos inteiros, um de cada vez (eu bati os ovos em separado até obter um creme fofo e volumoso, depois incorporei no creme).
Ligar bem a mistura para obter um creme muito leve e macio.
Por fim incorporar o café (frio). Bater até o creme estar bem homogéneo.

*Se utilizar café solúvel, deve dissolvê-lo num pouco de água antes de o juntar ao creme.
Quando se adiciona o café, o creme pode tomar um aspeto talhado.
Continuar a bater até obter novamente um creme bem liso.
Felicia Sampaio (Editora Culinária do Roteiro Gastronómico de Portugal)


Montagem
Depois de frio, cortar o bolo ao meio e barrar uma das partes com o creme moka.


Embeber a bolacha Maria em café, cobrir a superfície do bolo e voltar a barrar. Repetir o processo de modo a formar duas camadas de bolacha, sendo a última camada de creme. Tapar com a outra metade do bolo.


Barrar todo o exterior do bolo. Alisar a parte superior usando uma espátula aquecida, assim fica bem liso.
Colocar o topping na lateral e no bordo. Decorar com alguns grão de café.


Espero que as imagens descrevam  a maravilha que este bolo é, porque me faltam as palavras!


Vou usar as do meu filho que disse "este é o melhor bolo do mundo"!


Não é certamente o melhor bolo do mundo, mas o melhor bolo de café acredito que é!


Não apetece parar de comer!

J
á comeram café hoje?