quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pão de Mistura

Pão, pão!
Pão simples,
Pão verdadeiro!
Pão ancestal,
Apenas água, farinha,
Fermento e sal!


Perdoem-me a ousadia, mas fazer pão não pode ser difícil!
Venho lutando com este pensamento, fazer pão é intuitivo, se não como fariam as nossas bisavós e avós?
Não tinham internet, nem programas de culinária na T.V., não compravam revistas de receitas e livros de culinária quem possuía? Muita nem sabiam ler!
Porém faziam pão, faziam-no com mestria e em cada região o pão apresentava formas, cores e sabores distintos e todos maravilhosos!
Eu já li sobre pão, já analisei receitas e mais receitas, já vi inúmeros vídeos, consultei blogues da especialidade... e fazer pão, PÃO, esse verdadeiro e simples estava cada vez a tornar-se um maior "bicho papão", cheio de massa madre, iscos que levam uma semana a fazer (e que se deita metade para o lixo), janelas de glúten e sei lá mais quantas complicações!
Não serei nunca padeira, não tenho ninguém disposto a transmitir-me sabedoria artesanal, nem tenho forno de pão! 
Basta decidi! Já chega! Pega nos ingredientes... segue o teu instinto e mete as mão na massa, o que pode suceder?
O que tenho eu a perder? Algum tempo e farinha... 
Se der certo... só tenho a ganhar uma enorme satisfação!
Há coisas que se aprender estudando, outras pode-se estudar à vontade, mas é preciso fazer, repetir e repetir, tentar e persistir...


Desta vez tenho que vos pedir desculpa, não medi a água que usei. Tentei esquecer tudo e focar-me apenas no pão, água foi a que fez falta... 

Ingredientes:
500 g de farinha de centeio;
500 g de farinha de trigo para pão (T 65) e mais para amassar e para a bancada;
500 g de farinha de trigo integral;
50 g de fermento fresco;
água morna q.b.
sal q.b.


Execução:
Na noite anterior desfiz metade do fermento num pouco de água morna.
Coloquei a farinha de centeio numa tigela, abri uma cova onde coloquei o fermento. Adicionei água morna, com uma colher fui envolvendo a farinha e juntado água até obter uma massa bem pastosa.
Cobri com película aderente e guardei no forno.
Na manhã seguinte peneirei a farinha de trigo, misturei-a com a farinha de trigo integral (esta não peneirei, queria as fibras todas lá) e com sal fino.
Desfiz o resto do fermento com água morna, abri uma cova no centro das farinhas e coloquei ai o fermento, juntei alguma farinha e deixei o fermento "acordar" e crescer um pouco, até borbulhar.
Juntei a massa da véspera (a de centeio) que cresceu bastante (reservei um pouco para outra utilização).
Fui envolvendo a farinha e adicionando água morna até esgotar toda a farinha, ficando com uma massa ainda peganhenta. 
Cobri com um pano húmido e envolvi numa manta. Meti no forno, que aqueci um pouco para ficar tépido. Deixei levedar durante 2 horas.


Cresceu e dobrou de tamanho, ficou bem arrendada.
Deitei sobre uma mesa enfarinhada (junto da churrasqueira que ardia e aqueceu o ambiente).
Depois dei largas à minha vontade de amassar, fui salpicando farinha e amassando e repetindo até sentir que a massa já descolava bem da mesa,  ficava macia e mais elástica, mas ainda húmida.


Um excelente exercício de braços e muito bom para afastar o frio!
Dividi a massa em duas partes.
Estendi uma delas com um rolo, tendo o cuidado de enfarinhar bem a mesa. Recheei com presento, chouriço revilha (chouriço espanhol) e bacon. Enrolei e pressionei os bordos para aderirem.


Tencionava fazer uma rosca... mas tinha um enorme rolo então...


Fiz um "caracol bem grande". 
Salpiquei com um pouco de farinha e deixei levedar durante hora e meia, próximo da churrasqueira.


Com a outra parte da massa moldei um pão de formato ovalizado. Dei uns golpes com uma lâmina, salpiquei com farinha e arrumei junto do anterior.


Depois foram ambos para o forno que pré-aqueci a 220º.  Coloquei no fundo do forno um tabuleiro com alguma água.


Cerca de 35 minutos depois...


Esta nervosa na hora de cortar...


O pão recheado ficou no tabuleiro superior, a côdea estava estaladiça, mas um pouco mais espessa.


O pão simples cozeu no tabuleiro inferior e ficou com uma côdea fininha e estaladiça como eu tanto queria!


Depois de entrar no forno não notei que tivesse crescido grande coisa... bem que eu queria vê-lo inchar!
Contudo fiquei bem contente com o resultado e cheia de vontade que chegue o fim de semana para fazer mais!

Risotto de Abóbora, Chuchu com Bacalhau

O risotto é muito divertido, danado para a risota!
Não espanta que se veja rodeado de admiradores, com vontade de roubar um pouco da sua alegria!
Realmente, o risotto alegra a vida, faz crescer o bem estar. Eu sou das que o querem muitas vezes por perto e sem ele já não posso passar!



Este risotto é recorrente cá em casa, desta vez juntou-se-lhe também o chuchu verde, que lhe acrescentou goma e cremosidade.


Ingredientes:
200 g de arroz arbóreo;
200 g de abóbora ralada;
200 g de chuchu ralado;
1 cebola;
1 tomate;
1 cenoura;
3 dentes de alho;
1 cubo de caldo de marisco;
2 postas de bacalhau;
coentros frescos;
azeite q.b.
1 colher de sopa de manteiga.
sal q.b.



Execução:

Cozer o bacalhau e lascar, reservar a água da cozedura. A esta água adicionar mais até obter cerca de 800 ml, desfazer o cubo de caldo de marisco. Levar ao lume até levantar fervura, manter em temperatura baixa para que permaneça bem quente.
Picar a cebola e os dentes de alho, refogar apenas até ficarem transparentes.
Juntar a abóbora, o chuchu, a cenoura ralados e o tomate picado, deixar cozinhar um pouco.
Adicionar o arroz, envolver bem e cozinhar até que se esgote a humidade, mexendo para não pegar.
Juntar uma concha  de sopa de caldo e mexer até que este seja absorvido. Continuar a repetir o processo até que o arroz esteja cozido, o que demora cerca de 20 minutos.
Perto do final da cozedura juntar o bacalhau lascado e os coentros picados.
Retificar de sal.
Por último adicionar a manteiga, mexer até derreter e servir de imediato.


Estas são as flores dos coentros, na foto não se nota mas são de um lilás muito clarinho. Usei-as para decorar os pratos.


Um arroz recheado de legumes, muito cremoso, bem saboroso e para mim (que sou suspeita) delicioso.



Um prato bastante rápido e fácil de fazer, rápido também de comer.

domingo, 11 de novembro de 2012

Bolinhos de Castanha

Hoje comemora-se o "Dia de São Martinho" e diz a tradição popular que se comem castanhas e prova-se o vinho!
Não sou pessoa de contrariar as tradições, bem pelo contrário!
Castanhas quentes e boas, quentinhas a estalar, nós vamos come-las e depois... e depois... bem, depois e melhor não contar!


O sol brilhou cumprindo o "verão de São Martinho", mesmo assim soube tão bem o calor da churrasqueira!
Ardeu uma boa parte do dia, tenho a sorte de ter uma dentro de casa que bom.


Não resisti a este assador de castanhas, estreou-se hoje e fez muito bem o seu papel. Aqui  na foto ainda nem estava enfarruscado, agora ficou mais bonito!


Ingredientes:

400 g de castanhas cozidas e descascadas;
200 g de farinha de trigo + para tender;
200 g de farinha de milho (T 70);
2 chávenas de açúcar amarelo escuro (usei Rar);
1 chávena (mal cheia) de azeite;
4 ovos + 1 gema para pincelar;
1/2 chávena de leite;
1 colher de sobremesa de era doce em pó;
1 colher de chá de canela;
1 colher de chá (bem cheia) de fermento em pó;
erva doce em grão q.b.


Execução:

Cozer as castanhas com um pouco de sal e erva doce. Descascar e ralar de forma a obter uma farinha. 
Juntar o leite e desfazer bem (ou no robot processar as castanhas  com o leite até obter um puré).
Adicionar o açúcar e os ovos e bater um pouco.
Misturar as farinhas e o fermento em pó. 
Juntar o azeite e amassar bem tudo junto.
Deixar repousar cerca de 30 minutos.
Tender os bolinhos com as mãos bem enfarinhadas, salpicar a massa com farinha à medida que se tendem, pois a massa fica mole e peganhenta,  e formar biscoitos em forma de castanha (ou parecidos eheheh!). 
Colocar em tabuleiros enfarinhados ou forrados com papel vegetal.
Com a ponta da faca dar um golpe simulando uma castanha.
Pincelar com a gema de ovo, desfeita num golo de leite.
Salpicar com erva doce.
Cozer em forno pré-aquecido a 180º, durante 25 a 30 minutos, ou até ficarem douradinhos.


O nosso dia foi passado, em parte, à volta da mesa, com a fogueira a arder e as castanhas a assar. Houve ainda pãozinho caseiro (recheado),  tarte de dióspiro e à noitinha bolinhos de castanha quentinhos. 


Gostei muito destes bolinhos, mais uma receita saída da minha cozinha que dedico a todos vocês com votos de um excelente dia de São Martinho!


Sabem bastante a castanhas e erva doce este bolinhos, experimentem enquanto elas andam por ai, são mesmo bons!


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Bolo de Marmelo

- Ó vizinha, arranje-me ai umas folhinhas de marmeleiro.
- Já não tenho marmelos acabaram, apodreceram, alguns ainda estão em cima mas todos podres.
- Não faz mal eu só quero as folhas.
- Quer as folhas? Dá para fazer chá?
- Não... bem não sei, eu vou fazer umas fotos com elas junto dos marmelos.
- Mas não tenho marmelos, estão podres!
- Bem sei, mas dá-me algumas folhinhas?
- Dou, mas que vai fazer com elas?
- Vou tirar fotos.
-  Ah! Vai fazer fotos...  (não digam que fui eu que disse mas esta vizinha não anda boa da cabecinha)!!!


São um fruto algo estranho os marmelos, à primeira impressão são... buáaaa, prendem a língua, não prestam!
Quem havia de dizer o que lhes podia acontecer com algum açúcar e o calor do lume! Alquimia, pura magia,  uma metamorfose de cor e sabor.
Venham dai comigo conhecer este belo bolo de marmelo! Não percam tempo a procurar, pois igual não vão achar. Este aqui é só meu, meu e de mais ninguém.
Na hora de o fotografar até o sol quis espreitar para ver do que se tratava!


Especialmente indicado para que gosta de algo...bom!

Ingredientes:

Cobertura
4  marmelos maduros;
1 chávena de açúcar;
2 chávenas de água;
casca de limão (2);
1 pau de canela;
1 dedo mindinho de gengibre fresco;
3 cravinhos;
3 vagens de cardamomo esmagadas.

Bolo  (chávena medida de 250 ml)

3 chávenas de farinha para bolos;
2 chávenas de açúcar;
1 chávena de iogurte natural (ou kefir que foi o que usei);
1 chávena de ovos (foram de 5 ovos);
1/2 chávena de azeite;
1/2 chávena de óleo vegetal;
2 colher de chá de fermento em pó;
1 colher de chá de canela;
1 colher de café de noz moscada em pó;
1 pedaço de gengibre ralado fininho;
raspa de 1/2 limão;
1 marmelo.

Execução:
Lavar os marmelos e cortar em gomos retirando todas as sementes e partes mais duras.
Levar ao lume o açúcar, a água, as cascas de limão, o gengibre partido em dois pedaços e as especiarias.
Quando levantar fervura e o açúcar estiver derretido juntar o marmelo.


Deixar ferver em lume brando até os marmelos adquirirem a cor da marmelada.
Untar as laterais de uma forma com chaminé e enfarinhar um pouco.
Cobrir o fundo com a calda dos marmelos e dispor os gomos de forma a que o fundo fique totalmente coberto. Salpicar com um pouco de açúcar e reservar.


Bolo
Descascar o marmelo e partir em pedacinhos pequenos. Levar a cozer um pouco em vapor, só para amaciar e salpicar com açúcar. Reservar.
Peneirar a farinha, adicionar o açúcar, o fermento, as especiarias, o gengibre ralado e a raspa de limão, misturar tudo com as varas (fuet).
Juntar o óleo, o azeite, o iogurte (ou kefir) e os ovos. Bater bem.
Envolver o marmelo cozido, sem bater.
Cozer em forno pré-aquecido a 180º, cerca de 40 minutos.
Desenformar imediatamente.


Dica: se gosta da massa do bolo húmida desenforme sobre um prato, descole bem o bolo da forma sem a retirar, deixe-a ficar assim sobreposta durante alguns minutos. O vapor que se solta do bolo volta a ser absorvido. Não deixe arrefecer ou pode prender ao bolo.


Pincelei com geleia de marmelo todo o bolo..


Querem mesmo saber como ficou?
Querem mesmo, mesmo?


Tentem adivinhar...
O outono tem os seus encantos, lá isso tem!

domingo, 4 de novembro de 2012

Feijoada de Coelho

Ela foi convocada para trabalhar num domingo contudo não ficou aborrecida, bem pelo contrário, sentiu-se eufórica!
Só a chamavam em ocasiões especiais e as outras, as colegas, ficavam roídas de inveja!
Mal podia esperar para saber qual seria a iguaria que iria albergar, a panela de ferro sabia que contavam com ela para um bom resultado e ela não ia dececionar!


Esta semana, ao visitar alguns blogues que gosto de acompanhar, vi uma feijoada de coelho. A "chef" que fez a publicação se por aqui passar que me diga, pois eu já não sei onde foi que vi. Uma coisa vos garanto não me saiu da cabeça! Tive mesmo que experimentar, até porque o coelho é uma carne bem saudável e de que gostamos. Bem... a filha não come, desde que trabalhou num laboratório com estes peludinhos nunca mais comeu... mas como ela não está cá a ocasião é mesmo boa para provar!

Ingredientes:

1,5 kg de coelho;
800 g de feijão cozido;
2 cebolas médias;
2 tomates;
200 ml de polpa de tomate;
2 cenouras;
1/2 pimento vermelho;
1/2 chouriço de carne;
100 g de bacon;
6 dentes de alho;
4 raminhos de alecrim;
1 folha de louro;
2 dl de vinho tinto maduro;
3 cravinhos;
1 colher de cá de pimentão picante;
1 colher de chá de tomilho seco;
2 colheres de cá de cominhos;
1 colher de chá de sementes de coentros;
500 g de cogumelos frescos (opcional);
piri-piri q.b.;
coentros frescos;
azeite q.b.
sal.


Execução:

Demolhar o feijão de véspera.
Cozê-lo coberto com água, com uma folha de louro, uma cebola, 2 dentes de alhos, sal e um fio de azeite /este levou 40 minutos, mas o tempo varia de acordo com o tipo de feijão usado).


Temperar o coelho com alho picado, louro, pimentão picante, sal e o vinho. Deixar algumas horas na vinha de alhos.


Preparar o refogado picando a cebola, cenouras, pimento e tomates.
Juntar a polpa de tomate, os tempero (ramos de alecrim, tomilho seco, sementes de coentros, cravinhos, cominhos).
Levar ao lume, depois de generosamente regado com azeite.


Adicionar o chouriço cortado em rodelas e o bacon cortado em pedacinhos. 
Deixar estufar um pouco.
Juntar o coelho e a marinada. Assim que levantar fervura reduzir a temperatura para que cozinhe lentamente.


Quando a carne já estiver macia introduz-se o feijão e se necessário uma concha de água da sua cozedura (a água aproveita-se para fazer uma sopinha, já se cozeu um pouco mais de feijão a contar com ela).
Retificar os temperos e deixar ferver um lume brando para que o feijão absorva o tempero.


 Por último juntar os coentros frescos e os cogumelos.


Cozinhar mais uns minutos até que os cogumelos reduzam o seu tamanho.


Servir bem quente, acompanhado com arroz, um bom pão alentejano para ensopar no molho e um vinho tinto maduro alentejano também (no Minho apreciamos os bons produtos regionais)!
Tão bom, de chupar os dedos!



Quero mostra-vos o prémio que a Marijosé do blogue Una Mariposa en Mi Cocina me atribuiu! Muito fofo não acham?
Fique encantada! Obrigada Marijosé.
Não deixem de ir conhecer o blogue desta amiga aqui da Galiza, a sua cozinha é muito apetitosa.
Deveria escolher alguns blogues a quem atribuir este selo... mas eu acompanho (ou tento) muitos e se quiserem saber quais consultem a minha lista de blogues... o prémio é para todos eles.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Broas dos Santos

O outono tem também de flores exuberância!
Lindas de tantas cores e feitios, todas da mesma família!
Umas vestidas de forma singela, sempre bela, 
Outras vestidas de fino luxo e muita elegância!
Vejo nelas beleza tamanha e percebo de forma estranha, 
Que outono é vaidoso, gosta de ser vistoso!


Hoje é "Dia de Todos os Santos", o último que se assinala como feriado!
No Minho não existe a tradição do "Pão-por-Deus" , o que é uma pena!
Isso não impede que se façam as tradicionais broas, com invariável sabor a canela, erva doce e onde não podem faltar os frutos secos. 
O livro "Cozinha Tradicional Portuguesa"  apresenta, no capítulo da Beira Litoral, uma receita de Broas dos Santos que, entre outros, tem por ingredientes a abóbora menina, a farinha de milho e o fermento de padeiro.
Na Beira Alta a receita típica  é diferente, também com massa levedada.
Este ano elegi uma receita mais simples, oriunda das Caldas da Rainha, e que encerrava a promessa de ser muito boa.
Encontrei-a num blogue de educação e anotei mas não me lembro o nome, que pena!


Ingredientes:

500 g de batata cozida em puré;

600 g de farinha para bolos (usei Branca de Neve com fermento);
375 g de açúcar amarelo;
2 ovos + 1 para pincelar;
75 g de manteiga amolecida;
raspa de 1 limão;
2 colheres de chá de canela;
2 colheres de chá de erva doce;
frutos secos (nozes, uvas passas, avelãs, pinhões...);
1 golo de aguardente (não estava na receita);
1 colher de sopa de leite.


Execução:

Misturar a manteiga com o puré das batatas, batendo bem.

Juntar os ovos, o açúcar, a canela e a erva doce. Bater um pouco mais.
Adicionar a farinha e amassar, da forma tradicional, com as mãos.
Deixar a massa repousar um pouco.
Enfarinhar 2 tabuleiros.
Enfarinhar um pouco as mãos e tender as broas.


Pincelar com o ovo batido com uma colher de sopa de leite.
Decorar com metades de noz, ou amêndoas...


Aquecer o forno a 200º, cozer as broas até ficarem douradas, cerca de 20 a 25 minutos.


Com elas desfrutar de momentos saborosos junto dos que amamos, os que dividem a nossa vida.


Recordando com saudade e o mesmo amor aqueles que já partiram, partiram mas continuam presentes no coração e na memória, é ai que sempre os visito.


Gostei muito destas broas, não vou esperar um ano para as repetir!