segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Tarte de Limão e Coco

Trás no bolso promessas quentes e luminosas,
Faz os dias mais pequenos e gosta de mudar a cor da paisagem!
Trás também a lágrima da separação no quanto do olho, 
Os risos felizes do reencontro, a expectativa do recomeço.
Trás tantos regressos e a despedida das andorinhas.
Eu cá dou-lhe a mão com sentimentos antagónicos...
Se por um lado gosto muito dele, por outro detesto-o!
Ele ri-se de mim, sacode a cabeleira farta e sussurra baixinho:
- Sou um casmurro, sou fim de estio, uva docinha, figo maduro!
Eu respondo com convicção e sorriso trocista:
- Se és meu amigo, Setembro, deixa ficar o verão cor de limão!



Aqui pelo norte de Portugal, setembro começou com um sol radioso e quente. Finalmente chegou o verão! Chegou também o momento do regresso ao trabalho, acabaram-se as férias. Fica a nostalgia do fim das manhãs longas e preguiçosas na cama, dos almoços sem hora marcada e das tardes passadas na praia, que este ano foram poucas o tempo fartou-se de fazer caretas.


Porém o verão continua e se esteve tristonho quase todo o Agosto, Setembro chegou cheio de força, alegre e caloroso! Recebi-o com esta tarte de limão e coco, inspirada numa receita da revista Teleculinária n.º 1845. Fiz algumas alterações à receita original, diminui bastante a quantidade de açúcar, juntei mais coco, raspa de limão e licor de limão da Chocolicor. Mudeia a base de massa quebrada para a folhada.


Tarte de Limão e Coco

Ingredientes:

1 rolo de massa folhada;
250 g de açúcar;
40 g de manteiga amolecida;
5 ovos;
2 iogurtes naturais;
1 limão (raspa e sumo);
4 colheres de sopa de coco ralado;
2 colheres de sopa de licor de limão "Chocolicor".


Execução:

Colocar a massa folhada numa tarteira, tapar com o papel vegetal que a envolve e cobrir o fundo com feijão (para que não perca a forma). Levar ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante 15 minutos.
Bater o açúcar com a manteiga.
Adicionar os ovos um de cada vez, batendo bem.
Juntar o coco ralado, o sumo e raspa do limão, o licor e os iogurtes e misturar bem todos os ingredientes.
Verter o preparado na forma e levar ao forno a 180ºC, cerca de 25 minutos. 
Quando a massa folhada começar a dourar tapar com papel vegetal para evitar que queime.
Decorar com rodelas de limão.



Todos gostamos desta tarte e ficou o desejo de comer mais... é como o verão, nunca queremos que acabe!

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Pão de Trigo com Fermento Caseiro e Salpicão

Da próxima vez, sim porque haverá uma próxima vez e outra e mais outra! Muitas serão as vezes, por isso, um dia, não sei qual, não sei quando... um dia chegarei ao teu coração.



Pão de Trigo com Fermento Caseiro e Salpicão

Ingredientes:

 250 g de massa-mãe;
 375 de farinha de trigo;
 125 g de farinha de trigo integral;
 300 ml de água;
 1 colher de chá de sal;
2 g de fermento seco de padeiro;
azeite para amassar (bancada e mãos);
1 salpicão tradicional "Quinta dos Fumeiros".



Execução:

Desfazer o fermento seco com um pouco de água morna.
Misturar as farinhas.
Juntar às farinhas o fermento, a massa-mãe e metade da água.
Mexer e verificar a consistência, juntar mais água aos poucos até obter uma mistura pegajosa. (pode não precisar de toda a água, ou precisar de mais um pouco, depende da consistência da massa-mãe e das farinhas usadas).
Deixar repousar 10 minutos.
Deitar azeite sobre a bancada e passar um pouco na mãos. Amassar até obter uma massa muito suave e elástica.
Deixar levedar até dobrar de volume (4 a 6 horas).
Espalhar farinha na bancada, voltar a amassar um pouco, abrir formando um retângulo e colocar as rodelas do salpicão. Enrolar como se fosse uma torta, ou moldar na forma desejada.
Colocar sobre um tabuleiro enfarinhado (ou dentro de uma forma). Espalhar um pouco de farinha pela superfície do pão.
Levedar novamente até crescer no mínimo 50% (1 hora ou mais).
Antes de o colocar no forno pode-se dar alguns golpes para ajudar a crescer, neste não fiz isso porque já estava todo rachadinho.
Colocar um tabuleiro com água quente no fundo do forno.
Levar o pão forno, bem quente a 230º, durante 15 minutos e depois reduzir a temperatura para 200º C.
Cozer mais 25 minutos.
Deixar arrefecer sobre uma grade (se conseguir).




Se calhar não devia ter mexido tanto na massa para lhe colocar o chouriço...
Onde estão aqueles "olhos" grandes?
A côdea estava estaladiça, maravilhosa e o sabor também... falta o resto, falta o aspeto, a miga desejada!



Agora estou "cultivar" um isco só com centeio.

domingo, 17 de Agosto de 2014

Massa-Mãe de Dan Lepard

Tentar, tentar uma e outra vez...
Tentar, falhar!
Tentar não desanimar!
Tentar de novo,
E de tanto tentar,
Um dia acabo por acertar!



Até parece que estou a falar do Euromilhões! 
Nada disso! Estou a falar em criar um fermento caseiro para fazer pão, mais conhecido por massa-mãe ou isco (starter em inglês). 
Pode parecer que é muito fácil, provavelmente será para alguns sortudos (ou conhecedores), para mim, uma ignorante completa na matéria, tem sido um caminho com muitas escaladas e grandes ribanceiras! 
Não quero desistir, vou continuar a tentar, um dia acerto!
Já tentei vários métodos incluindo o do Paul Hollywood... não correu muito bem! Pensei que talvez fosse por ser no inverno, tempo frio, casa fria... quem sabe com calor corre melhor?!
Provavelmente é a farinha, uso uma sem aditivos, mas não é de moinho de pedra... onde há disso?


Nesta experiência optei pelo método de Dan Lepard (um padeiro artesanal australiano, radicado na Grã-bertanha), porque nas pesquisas que fiz, pareceu-me uma forma fácil e com uma boa possibilidade de dar certo!
São precisos, no mínimo, 6 dias, mas apenas temos que lhe dedicar alguns minutos. 
Vou mostrar-vos o que aconteceu a cada dia e depois fazer um pãozinho de fermento caseiro.




1.º Dia 

50 ml de água a 20º (temperatura ambiente);
2 colheres de sopa de farinha de trigo (farinha forte, sem fermento, nem aditivos químicos, de preferência biológica);
2 colheres de sopa de farinha de centeio biológica;
2 colheres de sopa de uvas passas;
2 colheres de sopa de iogurte natural magro.
Misturar tudo num frasco de vidro com tampa, deixar 24 horas à temperatura ambiente.

Nesta fase tapei o frasco com um pano para permitir a circulação de ar, pois parece que isto favorece a fermentação.





2.º Dia

Juntar à mistura da véspera:
50 ml de água a 20º C;
2 colheres de sopa de farinha de centeio;
2 colheres de sopa de farinha de trigo;
Mexer bem e deixar em ambiente tépido por 24 horas.



 3.º Dia

Adicionar ao frasco:
100 ml de água a 20º C;
4 colheres de sopa de farinha de trigo;
4 colheres de sopa de farinha de centeio.
Mexer bem e deixar repousar mais 24 horas.




No 4.º dia ao  abrir o frasco há sinais visíveis de fermentação com a presença de muitas bolhas e um odor ácido.

Isto parece estar a correr bem!




4.º Dia




Coar a mistura e descartar 3/4 da mesma.

Ao 1/4 restante no frasco (cerca de 90 ml) juntar:

100 ml de água a 20.º C;
125 g de farinha de trigo.
Deixar fermentar por 24 horas.





Aspeto no 5.º dia, antes de refrescar.

A massa aumentou de volume, há muitas bolhas e um cheiro acido forte.




5.º Dia



Rejeitar 3/4 da massa.

Ao 1/4 restante juntar 100 ml de água a 20.º C ;
125 g de farinha de trigo. 
Mexer e deixar repousar 24 horas.





Durante o 5.º dia a massa esteve bastante ativa e aumentou de volume é possível ver a marca no frasco, na foto abaixo.




No 6.º dia  tinha diminuído e estava menos ativa do que na véspera!
Deve tem a ver com o facto de já não se adicionar farinha de centeio, acho que os meus "bichinhos" preferiam o centeio!
Não  desisti, vamos ao que se seguiu...




6.º Dia


Colocar num recipiente limpo:
50 g de massa;
100 ml de água a 20º C;

100 g de farinha de trigo. 
Deixar repousar por 24 horas.

A partir de agora já se pode usar na confeção de pão!

Resolvi testar, mas como me pareceu que a minha massa-mãe ainda está pouco ativa juntei 2 g de fermento seco de padeiro.
O resultado não foi mau, mas ainda está longe de ser aquilo que eu procuro!
Quem me dera a minha avó Rosa de Lapaduços por perto!




Como manter  a massa-mãe ativa?

Se for para usar com frequencia então procede-se com desta ultima vez, reserva-se 50 g, junta-se 100 ml de água e 100 g de farinha (pode-se reservar mais, usando esta proporção para refrescar e desta forma obtém-se maior quantidade de massa-mãe. Tem que ser refrescada pelo menos a cada 2 dias,são organismos vivos e que precisam de ser alimentados, veja a massa-mãe como um novo animal de estimação, pode até dar-lhe um nome, eheheh!


Caso não se vá usar o isco então  deve-se colocar no frigorífico e refrescar uma vez por semana, como das vezes anteriores.
Quando se for usar retira-se do frio e refresca-se, deve voltar a ficar ativa.



Como usar o a massa-mãe?

O Dan Lepard sugere 150 g a 250 g por cada 500 g de farinha, não refere quantidade de água.
Eu acho isto algo vago... 
Azélia diz que usa 100 g de massa-mãe, por cada 200 g de farinha e 200 g de água (parece-em tanta água... não percebo nada disto!).

Principais fontes consultadas: The Gardina "Dan Lepard's sourdough recipe"; The Partisan BakerAzelia's Kitchen.

terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Fofinhos de Frango e Chouriço

É ou não é?
Pode ser, mas não é de verdade!
Verdade, mas o que é isso afinal?
Verdadeiro ou falso, tanto faz,
O importante mesmo é que seja bom!
Bom lá isso é, não é?


Quase que por mero acaso descobri no blogue Sabores de Canela  uns "Fofos de Frango" que me chamaram à atenção, vieram do Forum Bimby e são da vóvo Né. Achei muito interessante poderem ser recheados tipo empada, mas com muito menos trabalho e decidi experimentar. Não tenho bimby, por isso adaptei para o método de confeção tradicional No recheio usei sobras de frango assado e adaptei-o ao meu gosto.


Ingredientes:

Recheio


1 cebola;
2 dentes de alho;
60 g de chouriço + algumas rodelas para a decoração "Quinta dos Fumeiros";
1 cenoura pequena;
1 tomate maduro pequeno;
100 g de cogumelos frescos;
250 g de frango assado desfiado;
40 g de pimento vermelho;
azeitonas q.b
1 colher de chá de tomilho seco;
azeite q.b
piri-piri  Suldouro q.b
sal marinho Marnoto q.b

Massa

250 g de farinha
1 colher de chá de açafrão Suldouro;
1 colher de chá de alho granulado Suldouro;
2 colheres de chá de fermento em pó;
1 colher de sopa de manteiga;
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado (opcional);
50 ml de azeite;
250 ml de leite;
2 ovos M;
1 colher de café de sal.



Execução:

Recheio

Saltear a cebola picada com os alhos em azeite até estarem macios.
Juntar o chouriço picado e saltear um pouco mais.
Adicionar a cenoura, o tomate, o pimento, as azeitonas e os cogumelos picados.
Acrescentar o frango desfiado. 
Temperar com sal, piri-piri e o tomilho, deixar cozinhar um pouco.
Se o recheio estiver com pouca humidade pode-se juntar um pouco de vinho branco.

Massa

Colocar todos os ingredientes numa taça e bater até que esteja tudo bem ligado (pode-se usar o liquidificador ou um robot de cozinha), mas sem bater demasiado a massa, esta  fica bastante liquida.
Verter nas formas para queques um pouco de massa de forma a cobrir o fundo. Distribuir o recheio e cobrir com massa.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º C durante 20 minutos.
Finalizar com uma rodela de chouriço ou queijo ralado (usei queijo da ilha).


O nome "Fofos" assenta-lhes na perfeição, são mesmo fofinhos e tão bons!
No dia seguinte continuavam bons, excelentes para um piquenique.
São também uma boa maneira de aproveitar restos de frango ou de outra carne.


terça-feira, 5 de Agosto de 2014

Gelado de Ginja

Chegou a hora da despedida, elas vão embora.
Vão... mas voltarão e sei que o reencontro será ainda mais feliz!


Este receita vem celebrar a nova parceria do "Tentações Sobre a Mesa" com Chocolicor&Doces e Licores Artesanais.
Trata-se de uma empresa de cariz familiar localizada nas Caldas da Rainha, que produz uma vasta gama de licores. A marca CHOCOLICOR surgiu apenas em 2005, inspirada na tradição familiar, e na inovação com a criação de licores únicos no mercado português. Os seus deliciosos licores são todos elaborados de forma artesanal, com base em receitas antigas e familiares, dos quais se destaca a Ginja. Salienta-se ainda a forma cuidadosa de produção da ginja, recorrendo a fertilizantes naturais e não usando pesticidas, garantindo uma qualidade superior do produto e um sabor único. Visitem o SITE e conheçam todos os seus licores e passem pela página do FACEBOOK.


A Chocolicor teve a gentileza de me oferecer seis dos seus maravilhosos licores, que se apresentam em elegantes garrafas. Escolhi os de Amora, Limão, Café, Pimentinha/Chocolate com Pimenta, Poejo&Menta e Ginja, que irei usar em diferentes receitas. Decidi começar começar pelo  fantástico Licor de Ginja Caldas de Óbidos, que me inspirou para criar este delicioso gelado (só para adultos).


Gelado de Ginja

Ingredientes:


3 chávenas de ginjas (ou cerejas) descaroçadas;

80 ml  + 1 colher de sopa de Licor de Ginja;
250 ml de leite (1 chávena);
250 ml de iogurte grego (ou natas);
4 gemas de ovo;
125 ml de açúcar (1/2 chávena);
1 colher de sopa de sumo de limão.




Execução:


Num frasco hermético macerar 1 chávena de cerejas no Licor de Ginja, durante 24 a 48 horas (pode-se deixar macerar mais tempo, ficando as cerejas mais parecidas com as ginjas do licor), colocar   dentro do frigorífico.
Levar ao lume o leite.
Misturar as gemas com o açúcar e juntar ao leite, mexendo até engrossar. Deixar arrefecer.
Triturar 2 chávenas de cerejas com o sumo de limão.
Juntar as cerejas trituradas e o iogurte ao creme de gemas.
Adicionar uma colher de sopa de Licor de Ginja, mexendo bem.
Levar ao congelador e, com um garfo, mexer regularmente para quebrar os cristais de gelo ou depois de 2 horas colocar na máquina de fazer gelados e seguir as indicações do fabricante.
Deixar no mínimo 12 horas no congelador.
Servir regado com o licor e as cerejas maceradas.


Foi desta forma feliz que me despedi das últimas cerejas.



Espero que ainda consigam arranjar algumas para experimentarem este gelado, é tão bom!

sábado, 2 de Agosto de 2014

Tarte de Mirtilos Frescos com Base de Chocolate

Olhar profundo e negro, negro brilhante, negro salpicado de estrelas.
Perco-me nesses teus olhos de azeviche! Deixo que eles sejam os meus porque ao teu lado, posso atravessar a noite escura de olhos fechados!


Passo muito do meu tempo de lazer a passear pelos blogues de culinária do mundo.
Por vezes uma receita nasce de forma híbrida, uma ideia daqui, outra de acolá, junto-lhe mais uma pitada minha, dou-lhe uma reviravolta e já esta! Não foi o caso desta, o recheio fiz quase igual à tarte que vi no site  Senior Living, por isso, não podia deixar de lhe fazer referencia, dando os merecidos créditos.
Já a base é da minha autoria, se assim o posso dizer, cobri-a com chocolate negro. Provavelmente já alguém o fez antes, mas se assim foi eu não vi, eheheh!
Usei o fondue de chocolate negro a 70% da Casa Grande e os mirtilos são da Bioprodutores.


Tarte de Mirtilos Frescos com base de Chocolate

Ingredientes:

Base

200 g de bolacha Maria;
100 g + 80 g de chocolate negro;
40 ml de leite;
2 colheres de sopa de manteiga.


Recheio

4 chávenas de mirtilos;
1/4 de chávena de água;
1/2 chávena de açúcar;
2 colheres de sopa de amido de milho;
4 colheres de sopa de água.



Execução:

Base

Triturar a bolacha.
Misturar as 100 g de chocolate derretido, o leite e a manteiga, até que a massa que se agregue.
Espalhar sobre a forma da tarte uniformemente.
Levar ao forno, a 180º C, durante 15 minutos.
Deixar arrefecer totalmente.
Derreter o chocolate e pincelar toda a base da tarte. Repetir a operação de forma a criar uma cobertura espessa. 


Recheio

Levar ao lume 1 chávena de mirtilos com 1/4 de chávena de água e o açúcar, até ficarem bem macios.
Reduzir a puré.
Desfazer o amido de milho com 4 colheres de sopa de água fria, juntar ao doce e levar novamente ao lume, mexendo sem parar, até que fique bem cremoso.
Verter o doce quente sobre os restantes mirtilos.
Deixar arrefecer e rechear a base da tarte.



Os mirtilos que usei além de grandes eram muito doces, por isso não foi necessário juntar muito açúcar ao doce, mas se não forem docinhos terão que aumentar a quantidade de açúcar.
Pode-se fazer esta receita usando amoras, morangos ou até mesmo framboesas.  Neste último caso, será melhor fazer um doce menos espesso e colocar as framboesas frescas sobre a base da tarte, só depois regar com o doce, para evitar que se desmanchem todas, pois são um fruto muito delicado.


Querem provar?

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Iogurte de Mirtilos

Não tenho palavras, olhando para ti morrem-me na garganta!


Este iogurtes, tão lindinhos, foram confecionados com mirtilos biológicos oferta da BioProdutores

Quando me deparo com frutos desta qualidade não me falta inspiração, pelo contrário dá-me vontade de fazer "milhentas" receitas com eles!
A fruta para ser adicionada aos iogurtes tem que ser cozinhada, de outra forma o leite talha. Fiz o doce no momento e como ia ser usado de imediato coloquei pouco açúcar, até porque estes mirtilos são docinhos. 
Pode-se adicionar doce que se tenha preparado anteriormente e esteja pronto a usar, mas nesse caso a quantidade de açúcar, do doce, terá que ser maior, para que não se estrague.



Iogurte de Mirtilos

Ingredientes:

1 litro de leite pasteurizado (leite fresco);
1 iogurte natural;
2 colheres de sopa de leite em pó;
1 chávena de nirtilos;
1/4 de chávena de água;
1/3 chávena de açúcar.





Execução:



Levar ao lume os mirtilos com a água e o açúcar.

Deixar cozinhar em lume brando até começar a espessar.
Triturar bem e deixar arrefecer completamente.


Amornar o leite, desfazer nele o leite em pó e o iogurte.

Adicionar o doce de mirtilos e com uma varinha mágica .
Prove a mistura e se necessário junte mais algum açúcar.
Distribuir pelos copos e colocar na iogurteira durante 10 horas.
Levar ao frigorífico no mínimo 6 horas, sendo o ideal 12 horas.



Querem saber se ficaram bons?
Não conto, não digo nada, para os descrever não tenho palavras!